Na minha imaginação
Onde reina a fantasia
Tenho a ilusão
De ver a alegria
Dentro do meu coração
Existe um grande amor
Onde eu sei que não
Existirá a dor
Mas, quem sou eu afinal?
Talvez um pobre mendigo
Que veio para Portugal
Sem ninguém, nem abrigo
Assim me despeço eu
Pedindo que não chorem
Por este poema que foi meu
Enquanto os outros morrem
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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